O conjunto de
situações que têm envolvido a Banca privada em Portugal, particularmente a
partir de 2007, que levou à intervenção do Estado no BPN e no BPP, exigem da
parte do Governo e do Banco de Portugal uma intervenção decidida que
salvaguarde o interesse público e nacional, no sentido de impedir que o
processo de desagregação do Grupo Espírito Santo (GES), principal acionista do
Banco Espírito Santo (BES), um dos maiores bancos privados em Portugal, não
venha a ter consequências ainda mais desastrosas nos planos económico e social,
para o País.
